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03/03/2012


Livro muito interessante ao propor uma séria e competente análise do método empregado por Jesus para ensinar. Me chama a atenção porque traz uma visão do Jesus histórico, poucas vezes percebido tendo em vista um insistente preconceito associado à religião e disseminado por pessoas com pouco tempo para ouvir o diferente. Muito bom, afinal, não é sempre que vemos educadores que se dedicam a transformar pessoas simples e desacreditadas em ícones que mudam a humanidade.

02/01/2012


Trata-se de um romance no mais alto estilo de Hemingway onde transparece de forma magistral sua habilidade e sensibilidade na construção do diálogo entre personagens imersos na Guerra Civil Espanhola. Ainda não fui cativado pela aparente falta de foco e de emoção na construção da história como poderíamos acompanhar por exemplo em "O Velho e o Mar", mas compensa pela qualidade inefável da literatura clássica produzida pelo autor.
Trata-se de literatura simples com história policial onde um assassino em série passa a matar mulheres obesas como espécie de tentativas frustradas de matar parte de sua própria história. Para quem leu o Xangô de Baker Street e Quem Matou Getúlio Vargas, não será surpreendido pelo estilo do autor em apresentar uma história que varia constantemente entre planaltos de atenção e grandes planícies de exaltação desnecessária do acesso a refinados produtos conhecidos apenas pela seleta burguesia nacional como marcas de charuto, de piano...
Vale a pena para conhecer a produção de quem, sem dúvida, é o maior entrevistador da televisão brasileira.

06/08/2011


"Esbarrar é muito diferente de tocar em Jesus. Uma multidão o comprimia de todos os lados, muitos esbarravam nele, outros o agarravam pela roupa e pelo braço, mas só uma pessoa o tocou" (MENDES, 2011 p.16)

29/07/2011


"A medida que cresce nossa intimidade com Deus, maior se torna nossa sensibilidade para distinguir o que ve de Deus daquilo que não procede dele" (MENDES, 2009 p.146).

"O discernimento é como que o pai de todos os carismas e não se pode abrir mão dele quando se trata de orientar a caminhada espiritual, tanto a nossa própria quanto a das outras pessoas" (MENDES, 2009 p.148). 

"Na profecia, é Deus que fala para iluminar, para arrancar as dúvidas e as preocupações, para ensinar, acolher, advertir, animar, dar alegria e esperança aos seus filhos, a fim de que saibam que Ele cuida deles" (MENDES, 2009 p.26).